terça-feira, 28 de maio de 2013

Fique por dentro!!

            
Setorial de Combate ao Racismo e Igualdade Racial do PT/RN

AGENDÃO DE ATIVIDADES
E-mail: combateaoracismoptrn@gmail.com

JUNHO 2013


03/06/13 – (Terça-feira)
HORA
ATIVIDADE
LOCAL
11:00
Solenidade de entrega de 101 retroescavadeiras e 149 motoniveladoras para municípios que sofrem com os efeitos da seca – presença da Presidenta Dilma Rousseff  
Escola de Governo, Natal/RN
14:30
Reunião com a equipe de Organização da Conferência Metropolitana (SEMURB e representantes municipais)
Parque das Dunas, Natal/RN


06/06/13 – (Quinta-feira)
HORA
ATIVIDADE
LOCAL
Dia Mundial do Meio Ambiente


09/06/13 – (Domingo)
HORA
ATIVIDADE
LOCAL
09:00
Plenária de Formação para Filiados PT/Ceará Mirim
Canudos, Ceará Mirim, RN


11/06/13 – (Terça-feira)
HORA
ATIVIDADE
LOCAL
09:00
Reunião da Subcomissão de Organização/CEMA
Parque das Dunas, Natal, RN
15:30
Reunião da Subcomissão de Mobilização
Parque das Dunas, Natal, RN


12/06/13 – (Quarta-feira)
HORA
ATIVIDADE
LOCAL
09:00
Reunião Ordinária do Conselho Estadual da Criança e Adolescente
Rua Sérgio Severo, 1114, Lagoa Nova, Natal, RN


14/06/13 – (Quarta-feira)
HORA
ATIVIDADE
LOCAL
A definir
Lançamento oficial da Conferência do Meio Ambiente com representantes de todos os municípios
A definir


15/06/13 – (Quinta-feira)
HORA
ATIVIDADE
LOCAL
Jornada de Formação Combate ao Racismo Natal/RMN
Mãe Luiza, Natal,RN
A definir
Jornada de Formação Combate ao Racismo Polo Médio Oeste
Messias Targino,RN
A definir



17/06/13 – (Segunda-feira)
HORA
ATIVIDADE
LOCAL
Dia Combate a Desertificação

Presidenta Dilma no RN nesta segunda-feira


Imagem Interna 

A deputada federal Fátima Bezerra (PT) acaba de receber a confirmação de que a presidenta Dilma Rousseff cumprirá agenda no RN nesta segunda-feira, 03 de junho, às 11h, na Escola de Governo (Centro Administrativo), em Natal. Presidenta participará da solenidade de entrega de 101 retroescavadeiras e 149 motoniveladoras para municípios que sofrem com os efeitos da seca e que ainda não foram contemplados nas etapas anteriores. 
 
A programação completa será divulgada em breve.
 
Confira as cidades que receberão uma retroescavadeira e uma motoniveladora: Acari, Assú, Água Nova, Alexandria, Almino Afonso, Alto do Rodrigues, Angicos, Antônio Martins, Areia Branca, Barcelona, Bento Fernandes, Bom Jesus, Brejinho, Caiçara do Rio do Vento, Caicó, Campo Redondo, Carnaúba dos Dantas, Carnaubais, Coronel Ezequiel, Currais Novos, Equador, Felipe Guerra, Florânia, Francisco Dantas, Galinhos, Governador Dix-Sept Rosado, Guamaré, Ipueira, Itaú, Jaçanã, Janduís, Januário Cicco, Japi, Jardim de Piranhas, Jardim de Angicos, Jardim do Seridó, João Dias, José da Penha, Jundiá, Lagoa d’Anta, Lagoa de Pedras, Lagoa de Velhos, Lagoa Salgada, Lajes, Lajes Pintadas, Luís Gomes, Macaíba, Macau, Major Sales, Marcelino Vieira, Martins, Messias Targino, Montanhas, Monte Alegre, Monte das Gameleiras, Mossoró, Ouro Branco, Paraná, Paraú, Parazinho, Passagem, Patu, Pau dos Ferros, Pedra Preta, Pilões, Poço Branco, Porto do Mangue, Presidente Juscelino, Rafael Godeiro, Riacho da Cruz, Riacho de Santana, Riachuelo, Rodolfo Fernandes, Ruy Barbosa, Santa Cruz, Santa Maria, Santana do Seridó, São Bento do Trairí, São Fernando, São João do Sabugi, São José do Campestre, São José do Seridó, São Miguel, São Rafael, São Vicente, Senador Elói de Souza, Serra de São Bento, Serrinha, Severiano Melo, Sítio Novo, Taboleiro Grande, Taipu, Tangará, Tenente Ananias, Tenente Laurentino Cruz, Tibau, Timbaúba dos Batistas, Triunfo Potiguar, Várzea e Viçosa. 
 
Confira agora as cidades que receberão uma motoniveladora: Afonso Bezerra, Apodi, Baraúna, Bodó, Caiçara do Norte, Campo Grande, Caraúbas, Cerro Corá, Coronel João Pessoa, Cruzeta, Doutor Severiano, Encanto, Fernando Pedroza, Frutuoso Gomes, Grossos, Ielmo Marinho, Ipanguaçu, Itajá, Jandaíra, João Câmara, Jucurutu, Lagoa Nova, Lucrécia, Nova Cruz, Olho d’Água dos Borges, Parelhas, Passa e Fica, Pedra Grande, Pedro Avelino, Pendências, Portalegre, Pureza, Rafael Fernandes, Santana do Matos, São Bento do Norte, São Francisco do Oeste, São Miguel do Gostoso, São Paulo do Potengi, São Pedro, São Tomé, Serra do Mel, Serra Negra do Norte, Serrinha dos Pintos, Touros, Umarizal, Upanema, Venha Ver e Vera Cruz.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Ministras Luiza Bairros e Eleonora Meniccuci assinam protocolo de enfrentamento ao Racismo Institucional e Desigualdade de Gênero nesta quinta-feira, em Brasília





Ter, 07 de Maio de 2013
Compromisso será assumido pelas ministras da Seppir e SPM e por representantes de agências da ONU, nesta quinta-feira (09/05), em Brasília. Na ocasião, das 9h às 10h30, será realizada uma coletiva de imprensa e serão lançadas duas publicações inéditas para orientar instituições públicas no diagnóstico e construção de plano de enfrentamento aos problemas.
O enfrentamento ao racismo é uma das metas de políticas e programas prioritários desenvolvidos pelos órgãos públicos? As equipes estão treinadas para reconhecer a diversidade de sujeitos e de demandas? O quesito raça/cor é preenchido na instituição segundo as categorias de classificação do IBGE?
Perguntas como estas parecem simples, mas podem ser o primeiro passo no enfrentamento de um grave problema: o racismo institucional – que se mantém na estrutura da sociedade brasileira, muitas vezes, pela simples inércia da gestão pública em identificar e combater o problema.
Definido como o fracasso das instituições em garantir direitos e acesso a serviços às pessoas em virtude da sua raça/cor e sexo, o racismo institucional se expressa tanto no interior das instituições – desde os processos seletivos e programas de progressão de carreira – quanto no processo de formulação, implementação e monitoramento de políticas públicas.

Violência Escolar SP x RN

Com base na Pesquisa divulgado hoje sobre a violência Escolar em são Paulo, estou postando este Clipping apenas para que possamos analisar a atuação Parlamentar do Deputado Estadual Fernando Mineiro PT/RN e as ações desenvolvidas pelos Governos do RN e em especial o atual. Governo Rosalba Ciarlini - DEM.

LEI Nº 8.814, de 02 de março de 2006, Paz nas Escolas

CLIPPING: Mineiro ressalta trabalhos contra violência nas escolas

1
FAMÍLIA, ESCOLA, ALUNO, disciplina, violência. Esses são os nomes mais falados quando especialistas reunem-se e tratam das questões educacionais para crianças e adolescentes. Dentro desses assuntos um tema bastante discutido é a violência, que cada vez mais é instalado dentro das salas de aula. Muitos acreditam, que esse seja um problema normal, originado na hora da diversão. Outros discordam dessa ideia e creditam a culpa dos atos indisciplinados das crianças como um relexo do ambiente familiar e também social.
Com base na última premissa, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte foi sede da palestra “Violência nas Escolas, como proceder”, idealizada pela Instituto Cortez Pereira e pelo Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE). Proferida pelo promotor de justiça da infância e juventude de Campo Grande (MS) e representante do Ministério Público (MS), Sérgio Harfouche, o seminário teve como objetivo apontar medidas socioeducativas e falar sobre os problemas enfrentados pelas escolas quando se deparam com a indisciplina.
De acordo com o promotor, a violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, crimes, e acima de tudo a ausência dos pais que, nesse mundo globalizado, não estão presentes na cria-ção dos ilhos são os fatores que geram pessoas delinquentes. “Elas são um reflexo de tudo que a população vive nos tempos atuais”, coloca Harfouche, que vê os institutos de educação cada vez mais como um depósito de crianças.
E por essa má criação, Sérgio também cita o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). Quando no documento o artigo 6° fala sobre os direitos e deveres das crianças. Para ele, essa parte do ECA colabora para confundir a sociedade, já que muitos traduzem a punição para atos errôneos com impunidade. 
“Confunde-se esse artigo com a tolerância abusiva, falta de ensinamento e permissividade que estamos vendo atualmente. As pessoas acham que ao passar a mão na cabeça de seus ilhos o estão educando”, coloca.
É necessário que quando se fale em bem comum o próximo seja respeitado e não é permitindo que ele seja multiplicador da violência. O advogado credita essa transmissão de mau exemplo como autofagia. “Se o garoto vê uma pessoa fazendo um ato criminoso, ele tende a absorver algo e, com certeza, não será nada positivo”.
“O fortalecimento da aliança entre escola e família deveria acontecer imediatamente. Só o lar pode dar conta dos problemas da criança. E quando não, podemos constatar os números de evasão escolar”, disse. O fato é que para restituir essa situação a escola não pode ser o único educador.
Sérgio Harfouche fala então de atividades disciplinares através de práticas saudáveis, que vão desde advertências até a reparação de danos. “Se ele por exemplo pega algo que não é dele, ele é obrigado a devolver e pedir desculpas. Se fala ríspido com alguém é mandado pedir desculpas”, explica.
Mas mesmo com esse tipo de sanções, ele é contra as palmadas. O representante do Ministério Público do Mato Grosso do Sul, acredita que essa seria mais uma forma da justiça entrar nas casas das pessoas, além de acreditar que existem outros meios como a supressão de privilégios. Para ele, castigo físico no ilho só em última instância. E, ainda assim, o pai poderá estar sujeito a ir aos tribunais graças as artigo 1.638 do Código Civil.

Paz nas Escolas

O deputato estadual Fernando Mineiro (PT) esteve presente na palestra e ressaltou os trabalhos que vem sendo feitos na educação para reduzir o índice de violência nas escolas. Ele destacou o programa Paz na Escola, fruto da lei 8.814 de 2006, de sua autoria. O projeto institui uma ação interdisciplinar e de participação comunitária para prevenção e controle da violência nas escolas da rede pública do Estado potiguar.
“A escola não é um ilha, ela não pode icar com toda a responsabilidade de cuidar e educar nossas crianças e adolescentes”, destaca Mineiro, observando que não apenas o governo ou orgão públicos devem se mobilizar para conseguir resultados, mas também a população. “Temos que melhorar essas questões que reletem o que nossa sociedade retrata. Vemos Estados que evoluíram em relação as produções pedagógicas sobre violência, e acho que nós devemos nos espelhar neles”, coloca o parlamentar.
 

Fonte: Caderno Plenário/Novo Jornal 

SP: 44% dos professores sofreram algum tipo de violência, diz pesquisa


O estudo encomendado pelo sindicato dos professores aponta ainda que muitos docentes têm medo de represálias ao denunciar a violência



Os educadores da rede estadual de São Paulo estão em greve; entre as reivindicações da categoria está mais segurança nas escolas Foto: Vagner Magalhães / Terra
Os educadores da rede estadual de São Paulo estão em greve; entre as reivindicações da categoria está mais segurança nas escolas
Foto: Vagner Magalhães / Terra

Uma pesquisa encomendada pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) aponta que 44% dos professores entrevistados já sofreram algum tipo de violência em suas escolas. A mais comum é a agressão verbal, relatada por 39% da categoria. O assédio moral chega a 10% enquanto os casos de agressão física atingiram 5% da categoria.
O bullyning foi citado por 6% dos professores, enquanto 5% passaram por discriminação ou foram furtados. A pesquisa, feita pelo instituto Data Popular entre 18 de janeiro e 5 de março, foi divulgada nesta quinta-feira. Foram ouvidos 1,4 mil professores em 167 cidades do Estado de São Paulo.

De acordo com Renato Meirelles, do Data Popular, durante a pesquisa foi possível pode perceber que muitos professores têm medo de retaliação ao comunicar a violência sofrida. "A maioria dos professores relatam à direção, mas o ambiente de violência é tão presente nas escolas que acaba ficando por isso mesmo, por medo de uma violência ainda maior. Encontramos professores que têm medo de retaliação a fazer a denúncia. Precisamos criar um ambiente em que o agressor não seja visto como um ídolo", disse ele.

De acordo com a pesquisa, os casos de violência mais presenciados pelos professores em suas escolas são os de brigas entre alunos (72%), presenciar alunos se ameaçando (57%), ser ameaçado por algum aluno (35%), ter algum bem pessoal danificado por algum aluno (35%).

Também é comum presenciar alunos sob efeito de drogas (42%), tráfico de drogas (29%), alunos sob o efeito de bebidas alcoólicas (29%), ter conhecimento de gangues (21%), alunos portando armas brancas (15%) e alunos portando armas de fogo (3%).

Professores em greve fazem assembleia em São Paulo