quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Entrevista Fernando Mineiro // "Não faço política como processo de troca

Edição de domingo, 19 de fevereiro de 2012 

Pré-candidato à prefeitura de Natal, o deputado estadual Fernando Mineiro (PT) descartou, em entrevista a'O Poti/Diário de Natal, a possibilidade de união dos partidos que fazem oposição à prefeita Micarla de Sousa (PV) e à governadora Rosalba Ciarlini (DEM) no primeiro turno das eleições deste ano. Segundo ele, a composição ficará para a segunda etapa do pleito. O parlamentar também frisou que não existe possibilidade de desistir da candidatura num acordo para viabilizar o nome da deputada federal Fátima Bezerra (PT) como candidata ao Senado em 2014. Durante a entrevista, Mineiro comentou também a trajetória do PT, as obras de mobilidade para a Copa de 2014, a onda de insegurança que paira sobre Natal e a indicação da prefeita de Mossoró, Fafá Rosado (DEM), para o Tribunal de Contas do Estado (TCE).


Carlos Santos/DN/D.A Press
Como estão as articulações com outros partidos em torno do apoio à sua candidatura a prefeito de Natal?

Nós estamos trabalhando a valorização do partido. Estamos fazendo isso de forma interna, tendo em vista que a campanha externa só começa depois de junho. Estamos mobilizando o PT nas quatro Zonas de Natal, nas categorias e temos feito debates em torno de vários temas de interesse da sociedade com vários setores, desde as favelas até as categorias trabalhistas. Estamos dialogando com os partidos da base da presidente Dilma Rousseff (PT) que são oposição ao governo estadual e ao municipal. A definição se vamos sair só, ou coligados, só em junho, com as convenções.

O senhor iniciou recentemente o diálogo com o PSD, do vice-governador Robinson Faria. As conversas estão adiantadas?

Conversamos com o PSD, o PSB, o PCdoB. Temos conversado. São partidos que ainda não anunciaram suas candidaturas. Respeitamos todas as candidaturas colocadas. Queremos fazer um debate qualificado, de propostas e programas para a cidade. Vamos tentar formar alianças com esses partidos da base que são oposição em nível estadual e municipal. Nós iniciamos as conversas. Mas, definição, só em junho.

A candidatura é irreversível ou ainda existe possibilidade de união das oposições em torno de uma só candidatura que não seja a sua?

Não há possibilidade de composição, de unidade dos partidos da base no primeiro turno. A eleição ocorre em dois turnos. Acho que vai ser bom para a sociedade o lançamento de várias candidaturas. Até porque a base nacional aqui tem característica muito específica: estar aliado em Brasília e não estar aliado aqui. Então, vamos discutir aliança em si no segundo turno. No primeiro, haverá a disputa de projetos.

Esse esfacelamento no primeiro turno não pode enfraquecer as oposições com vistas à disputa eleitoral de 2014?

Não, porque cada eleição é uma eleição. Quem achar que a eleição estadual é reflexo da municipal está equivocado. Cada eleição tem uma dinâmica própria. Evidentemente que o fortalecimento do partido numa eleição tem implicação em outra. Por isso, nós (o PT) queremos nos fortalecer em 2012 para termos uma atitude mais ativa em 2014. A necessidade de fortalecimento do PT nos coloca com a legitimidade para termos nossa candidatura em Natal este ano.

O PT desistiria da candidatura própria se houvesse um compromisso dos partidos aliados com a candidatura da deputada federal Fátima Bezerra ao Senado em 2014? No caso, poderia trocar sua candidatura pela viabilização da dela?

Possibilidade zero. Não faço política num processo de troca. Faço política com afinidades programáticas. Possibilidade zero de ter esse tipo de acordo.

O PT comemorou 32 anos este mês. Qual o saldo desse período de história?

O saldo foi positivo. Se colocarmos na balança os erros e os acertos, teremos muito mais acertos do que erros. Lógico que temos muito o que melhorar, avançar. Mas a contribuição que o PT tem dado ao Brasil nas últimas décadas é importantíssima. Até os adversários mais ferrenhos são obrigado a reconhecer a importância do partido para a história contemporânea do país. Trouxe transformações, avanços e mudanças, quando chegou ao governo central, com um conjunto de partidos em aliança. Faço um balanço positivo. Nós petistas temos muito do que nos orgulhar dessa trajetória. As dificuldades foram muito pequenas.

As concessões e as alianças que o PT fez no decorrer da sua história prejudicaram a imagem diante da sociedade?

As concepções, os princípios e as visões do PT mudaram. Devido à toda fragilidade política do Brasil, um partido isoladamente não tem condições de implantar o seu programa. É preciso fazer um governo de composição. E um governo de composição é um governo de contradições, com disputas internas. Mas, no geral, o resultado da política de alianças foi positivo para o Brasil, haja vista as transformações que aconteceram e estão acontecendo ainda, com o combate às desigualdades, a retomada do desenvolvimento com sustentabilidade, a inclusão do país no cenário internacional, um conjunto de posições que fizeram o sucesso do governo do Partido dos Trabalhadores.

O PT construiu sua história combatendo fervorosamente as privatizações. No entanto, no governo Dilma Rousseff, o partido tem adotado um modelo de concessões, muito similar ao que foi praticado no governo tucano. A adoção desse modelo é o reconhecimento de que no passado o partido errou?

O governo tucano não fez concessões. Fez privatizações. Entregou o patrimônio brasileiro nas áreas estratégicas de desenvolvimento à iniciativa privada. Por exemplo, a área de mineração. O governo da presidenta Dilma tem feito um modelo de concessões diferente das privatizações. Não tem nenhum patrimônio entregue às empresas privadas. Há uma concessão de um período de exploração. Então não há nenhuma relação. Talvez por esperteza, alguns setores da sociedade querem colocar as privatizações do tucanato e as concessões do governo Dilma em pé de igualdade. Mas não há nenhuma relação.

Mas o termo privatização ainda apavora o PT?

O PT tem uma postura totalmente contrária à entrega do patrimônio público. No governo do PT, não existe a atitude que houve no governo tucano de entregar nosso patrimônio a preço de banana. Isso não haverá. Não é questão de apavoramento ou não. É uma posição política. Entendemos que o patrimônio brasileiro tem um papel importante para o desenvolvimento nacional. O que criticamos do governo passado foi o enfraquecimento do estado brasileiro diante do desenvolvimento do país. O que estamos assistindo no governo do PT e aliados é o fortalecimento do Estado. São posições totalmente diferentes.

O governo Lula foi recordista em escândalos de corrupção e o da presidenta Dilma já protagonizou várias irregularidades, provocando inclusive a substituição de vários ministros. Como o senhor avalia a ligação do partido com os atos de improbidade?

A corrupção é uma questão endêmica no estado brasileiro e vem sendo combatida. Tanto foi combatida no governo do presidente Lula, com o fortalecimento das instituições e órgãos de controle, como é combatida no governo Dilma. Tantas vezes quantos surgirem casos de corrupção serão combatidos dentro das formas e parâmetros. O governo tem uma postura muito clara em relação a isso.

O presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta, disse, em entrevista a'O Poti/Diário de Natal, na semana passada, que a Casa é o "carro de som, é a voz do povo". O senhor concorda com essa afirmação?

O poder legislativo do Brasil, incluindo a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, tem muito ainda o que fazer para atender às demandas da sociedade. Mas eu prefiro a Assembleia Legislativa do jeito que temos do que um estado sem ela. É preferível funcionar com a precariedade e as deficiências que tem do que não termos o poder legislativo. A Assembleia tem feito esforços. Os deputados têm desenvolvido seus papeis na sociedade. Agora, a Assembleia não é uma ilha, é um reflexo da sociedade. Nenhum de nós chegou aqui por acaso, foi por meio do voto. Eu entendo dessa maneira. Acho que o legislativo vai evoluir com a participação da sociedade. Por enquanto, existe uma postura do eleitor de votar no seu representante e deixar para lá, sem acompanhar, cobrar, fiscalizar. Se perguntarmos hoje, a maioria do eleitorado não sabe em quem votou nas eleições passadas. Temos uma fragilidade política. A Assembleia reflete isso.

Em relação ao Executivo, a população varia muito ao avaliar os governos. Existem uns bem avaliados, outros, mal. Mas o legislativo sempre é telhado de vidro. Deputados e vereadores levam uma grande carga negativa. O que fazer para mudar isso?

Quando a sociedade acompanhar mais o cotidiano da vida das instituições. Temos uma fragilidade institucional que se reflete no Executivo, no legislativo e no judiciário. No legislativo, há uma maior visibilidade, está mais em contato com a população. Talvez por isso receba a carga mais negativa de opiniões. Mas só vai mudar o legislativo quando mudar o Executivo e também o judiciário. Não vejo possibilidade de haver uma mudança sem os demais poderes acompanharem. É preciso haver uma ação mais positiva da sociedade na política. O grau de participação ainda é muito baixo. Isso reflete na escolha dos nossos representantes. Por mais que eu tenha razões para achar que não mudaremos a curto prazo o sistema político brasileiro, não posso abandonar a ideia de uma reforma política para valer. Acredito que o atual sistema não condiz com as demandas da sociedade. Existe a necessidade de uma reforma estrutural na política brasileira, para mudar inclusive o papel do legislativo e das instituições.

Como fazer para essa reforma política ir à frente?

A reforma política depende do Congresso Nacional. Mas, o CN não vai fazer por si só uma reforma política que modifique o atual sistema. Então temos um problema. Se não temos pressão da sociedade, não haverá uma reforma que atenda suas expectativas. Então, se deixar só para o Congresso não haverá reforma à altura dos interesses da sociedade. Enquanto não houver essa pressão, não teremos uma reforma que avance.

Natal vive hoje uma onda de violência semelhante ao que ocorre nas grandes capitais do país. Como o senhor avalia esse momento e as ações do governo para coibir o avanço dessa prática no RN?

Eu acho que a questão da insegurança é nacional. No geral, há uma queda ou estabilização dos índices de violência nos últimos dez anos. Por outro lado, há uma distribuição dos índices pelo Brasil. Há um deslocamento dos grandes centros para as demais regiões e interiores. É um fenômeno que vem ocorrendo. Eu defendo que o enfrentamento da questão da violência seja combatida com planejamento estratégico para curto, médio e longo prazo. Deve haver uma soma de esforços do governo estadual com União e gestões municipais, que também têm um papel importante nesse aspecto. É preciso haver uma ação articulada. Não vejo do atual governo nenhuma ação efetiva para conter a violência. A reação do governo Rosalba foi dizer que vai colocar 1.200 policiais nas ruasde Natal. E os demais municípios? E a estruturação? No meu ponto de vista, falta um projeto. Não vejo investimentos em infraestrutura, tecnologia, informação, contratação de pessoal. Falta uma atitude mais efetiva do governo para combater a insegurança. Falta a gestão entender o papel do estado nesta área.

Em suas reuniões pelos bairros, quais as principais reivindicações e queixas da população que o senhor tem encontrado?

Há um sentimento muito forte de desilusão com a gestão. Micarla foi eleita com grande expectativa de renovação, de um novo modelo. Então, existe esse sentimento em todas as áreas, independente de classe e renda. Há uma desilusão com a gestão municipal. Então, a partir daí vem as reclamações de saúde, educação, mobilidade. Há um sentimento de abandono, existe uma orfandade administrativa na gestão municipal. A deficiência abrange todas as áreas administrativas. Por isso, o trabalho mais importante no processo eleitoral é ter um novo modelo político e administrativo para a cidade.

Qual é o modelo que o senhor pretende implantar se eleito prefeito de Natal?

Meu projeto é composto de vários aspectos, que vão desde a modernização e reestruturação da máquina pública até a reorganização das áreas administrativas. Entram, também, a discussão da área urbana da cidade, as atividadeseconômicas, a sustentabilidade e o papel do município em diversos setores. A infraestrutura e a mobilidade urbana precisam de um projeto. O município também precisa ter atenção especial em relação à Zona Norte, que é a região que mais cresce. É preciso fazer um projeto específico para a região. Tem uma série de questões que estamos conversando e dialogando com diversos setores.

Na área de mobilidade, Natal poderá dar um grande salto com as obras viabilizadas por causa da realização da Copa de 2014. Qual a avaliação que o senhor faz sobre o ritmo de trabalho da prefeitura e do governo neste sentido?

A situação é preocupante. Desde que se iniciou esse debate sobre as questões da Copa, tenho dito que é preciso separar a questão dos jogos das obras de mobilidade. Sou a favor da Copa porque possibilita, se existir uma gestão eficiente do município e do estado, a realização de obras de infraestrutura. Já tenho dito há tempo que, para a Copa ocorrer em Natal não precisa das obras de mobilidade. Os governos estãomuito atrasados. Não tem uma obra de mobilidade iniciada. Natal é a única que não começou. A sociedade e o setor empresarial deveriam cobrar da prefeitura e do governo o andamento dessas obras. A situação é preocupante, é preciso parar de reclamar e agir.

Por que existe essa morosidade?

Por incompetência. Faltam projetos, prioridades, visão administrativa. É isso. Não há outro motivo. Com a retomada dos trabalhos na Assembleia Legislativa, vamos fazer uma audiência pública para tratar do assunto.

Qual a sua opinião sobre a escolha da prefeita de Mossoró, Fafá Rosado (DEM), para ocupar a vaga que a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) tem a prerrogativa de indicar no Tribunal de Contas do Estado?

Lamentavelmente, se repete o padrão de escolher conselheiro do Tribunal de Contas do Estado pelo critério consanguíneo. Existem vários que foram escolhidos por ser parentes de A ou de B, que tinha essa prerrogativa num determinado momento. Eu acho lamentável. Um órgão importante de controle, fiscalização e acompanhamento dos gastos públicos ter seus conselheiros escolhidos desta maneira. Ela está usando a máquina pública para atingir seus objetivos políticos eleitoreiros. Isso é lamentável. Espero que a sociedade reaja, principalmente a população de Mossoró. 
 
Fonte: http://www.diariodenatal.com.br/2012/02/19/politica3_0.php

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Resposta sobre Candidaturas do PT/Natal/RN II

maria margareth de lima lima margth.lima@gmail.com
12:57 (2 horas atrás)

para mim
Muito bom!!! Fui lendo e me envolvendo nas tramas bem construída do texto. Muito embora esteja super distante do debate q tem definido a atual disputa política no nosso Estado fui me envolvendo e me sentindo contemplada com sua análise. Ao final do texto encontrei a autoria do nosso sensato Edmilson. Então, resmunguei... ahhh tudo bem ... é o Edmilson.
Pois bem, não podemos abrir mão do nome Mineiro e Josivan. Sei dizer que o momento político do nosso Estado exige muito mais que uma dispuda de poder. Exige o comprometimento político, educativo, ético e afetivo com os rumos da nossa cidade que atualmente está entregue ao lixo e as baratas!!!!! Ou seja, precisamos disputar as eleições municipais com nomes fortes no nosso campo político. Quando falo campo político estou defendendo nomes que tem competência política e administrativa, e que são comprometidos pedagogicamente com os rumos das políticas públicas que beneficiam a nossa cidade a curto e longo prazo. Mineiro e Josivan são nomes fortes que representam essas qualidades. (...) Acho tb q a chamada base aliada (q demoramos a digerir, mas que tb aprendemos com esse exercício político q colocou fora os chamados puritanos... onde alguns deles, rsrs, acabaram em partidos mais conservadores, a exemplo do "Olegario" / PV) teve e tem um papel significativo, mas não podemos ficar engessados nessa lógica que pode ser maniqueista. É preciso tensioná-la e criar outras configurações dando identidade a nossa cultura política. Afinal mostramos ao País q o PT não está mais pautado no sectarismo e que tem maturidade política e a maleabilidade necessária para dialogar com a diversidade e as complexas forças políticas q fazem a gestão pública da nossa nação.
Abrç,
Margareth Lima

Resposta sobre Candidaturas do PT/Natal/RN

Henrique Oliveira rickscout@hotmail.com
23:35 (16 horas atrás)

COMPANHEIROS 
VAMOS BATER O PÉ E DIZER A IMPRENSA E A QUEM QUER QUE SEJA, QUE A VONTADE DO NOSSO PARTIDO E PRINCIPALMENTE DE NOSSAS BASES É A CANDIDATURA DE MINEIRO A PREFEITO.

ESTOU CANSADO E PROFUNDAMENTE IRRITADO DE ACOMPANHAR ESSAS NOTÍCIAS E DE NÃO VER UMA REAÇÃO  DE NOSSA PARTE,CREIO ESTARMOS PRECISANDO MARCAR POSIÇÃO.

MEU SENTIMENTO É O DE QUE ESTÃO EMPURRANDO UMA ALIANÇA COM O PDT E UMA DESISTÊNCIA DA CANDIDATURA DE MINEIRO DE  GUELA ABAIXO IGNORANDO NOSSA VONTADE E ACEITANDO UMA DERROTA ANTECIPADA QUE SÓ EXISTE NO IMAGINÁRIO DE QUEM NÃO ANALISA DIREITO AS INFORMAÇÕES DESSAS PESQUISAS.

ONDE SE LÊ QUE EXISTE PORCENTAGEM  A FAVOR DE "A" OU "B" A VERDADEIRA MAIORIA NEM SABE EM QUEM VOTAR E ESSAS MESMAS PESQUISAS JÁ DEMONSTRARAM QUE MINEIRO É O CANDIDATO DE "MENOR" REJEIÇÃO ENTRE TODOS ELES.

EU NÃO DESISTO ANTES DA LUTA E PARA MIM AQUELES  QUE SE JULGAM DERROTADOS ANTES MESMO DE TENTAR, NÃO CONHECEM A HISTÓRIA E O  LEGADO DO PARTIDO QUE SE DIZEM FILIADOS E NEM NUNCA ABSORVERAM  SUA ESSÊNCIA.

A CAMPANHA É O AGORA, É 2012!!!!!!NÃO ME INTERESSA O QUADRO POLÍTICO PARA 2014  E SE ALGUÉM DESSE PARTIDO MERECE QUE NOS MOBILIZEMOS COM TODO EMPENHO E HONRA É MINEIRO.

Henrique Araújo
Geógrafo
Técnico de Petróleo e Gás
Escoteiro do Brasil
www.deolhoemnatal.com.br

Ensino técnico a distância vai oferecer 150 mil vagas em 2012

A informação é da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação, que também prevê a abertura de cursos de idiomas no âmbito do programa, com vista aos grandes eventos esportivos que o País receberá nos próximos anos.

Além disso, a quantidade de polos será aumentada dos atuais 543 para 800. Número que quase duplicou ao longo do ano passado, já que ao final de 2010 eram 291 em funcionamento.
Mais de 75 mil brasileiros se matricularam em cursos técnicos na Rede e-Tec Brasil em 2011. 
A expectativa para o período era atender 50 mil estudantes. Dos 48 cursos ofertados, os mais procurados são, respectivamente, informática, administração e segurança do trabalho.

“A educação a distância permite uma flexibilidade de horário, o que proporciona ao aluno se programar para estudar no momento e espaços mais adequados a sua realidade e tempo disponível, sem para isso ficar dispensado das aulas presenciais”, destaca Marcelo Camilo Pedra, coordenador-geral de fortalecimento das redes de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação, a respeito das qualidades da educação a distância.

A vantagem é ressaltada também por Vilson de Moura Godoy, 45 anos, que fez o curso técnico de automação industrial no polo de Alegrete (RS), da Universidade Federal de Santa Maria. “Uma das vantagens deste curso foi a flexibilidade de estudar em qualquer horário, inclusive à noite, já que trabalho durante o dia”, conta. Ele, que já possui uma formação anterior em eletrotécnica, explica que fez o curso devido à necessidade que sentiu de se atualizar.

Os institutos federais de educação, ciência e tecnologia são os maiores ofertantes dessa modalidade de ensino profissional no âmbito do programa. Ao todo, são 33 institutos federais, dois centros federais de educação tecnológica, além de escolas técnicas vinculadas à Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Universidade Federal de Santa Maria e Universidade Federal Rural de Pernambuco. Também há nove instituições estaduais ligadas à Rede e-Tec Brasil.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Maioria dos ministros do Supremo decide que Ficha Limpa vale para eleições deste ano

supremo-fichalimpa-02-tl 
                                                   Carlos Humberto/15.02.2012/STF

Placar de 6 a 1 valida regra que barra candidatos condenados, mas julgamento continua

Até o momento, seis dos 11 ministros do Supremo votaram a favor da aplicação da
Ficha Limpa nas eleições deste ano

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Com o voto do ministro Carlos Ayres Britto, sétimo a se pronunciar no plenário do STF (Supremo Tribunal Federal), já é possível dizer que a Lei da Ficha Limpa deverá valer para as eleições municipais de 2012.

O magistrado foi o sexto a se posicionar de maneira favorável à validade da lei, que barra a candidatura de políticos condenados por órgãos colegiados (em que mais de um juiz decide) ou que tenham renunciado a mandatos para escapar da cassação.

O julgamento, retomado na tarde desta quinta-feira (16), prossegue com os votos de mais quatro ministros. O placar, no entanto, está em 6 a 1 a favor da lei e não permite mais reviravoltas. A única possibilidade de isso ocorrer é algum dos ministros decidir rever o voto que já foi dado.

Ayres Britto acompanhou o voto do relator, Luiz Fux. Ele manteve a integralidade do texto e elogiou tanto o Congresso Nacional, que aprovou a regra por unanimidade, quanto a iniciativa popular, que a viabilizou.

- A lei é constitucional às inteiras, de ponta a ponta. [...] A corrupção é o cupim da República. O povo, cansado, saturado, desalentado, organizou-se sob a liderança de entidades civis e tomou essa iniciativa. O Congresso Nacional merece elogios, porque pagou a dívida e produziu a lei de boa qualidade.

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Primeiro a votar hoje, Ricardo Lewandowski também havia se pronunciado a favor da aplicação da lei. Em suas considerações, ele destacou que a lei, antes de aprovada e sancionada, passou pelo crivo de 513 deputados federais e 81 senadores.

- É preciso dizer que a lei não foi tratada de afogadilho no Congresso Nacional. A questão da chamada presunção de inocência foi examinada de forma muito pormenorizada.

No julgamento, os magistrados analisam duas ações diretas de constitucionalidade, uma da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), que pede ao STF a declaração de constitucionalidade sobre todos os pontos da lei, e outra do PPS, que pede a aplicação da lei.

Uma terceira ação, da Confederação Nacional das Profissões Liberais, solicita que seja anulado o dispositivo da lei que torna inelegível por oito anos aqueles que forem excluídos do exercício da sua profissão por órgão competente, como médicos impedidos de exercer o ofício pelo Conselho Federal de Medicina.

Até o momento, além de Ayres Britto e Lewandowski, votaram pela aplicação da Ficha Limpa os ministros Cármem Lúcia, Luiz Fux, Rosa Weber e Joaquim Barbosa.

Dias Toffoli foi o único a dar voto contrário, ao considerar que a inelegibilidade só pode atingir quem é condenado de forma definitiva (o chamado trânsito em julgado, quando não há mais possibilidade de recurso), e não apenas por órgão colegiado.

Faltam ainda os pronunciamentos de Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Cezar Peluso, presidente do Supremo.

Fonte: http://noticias.r7.com/brasil/noticias/maioria-dos-ministros-do-supremo-decide-que-ficha-limpa-vale-para-eleicoes-deste-ano-20120216.html

Brasil Novo e Avenida Moema Tinôco sofrem com alagamentos: Mineiro visita locais


Dando continuidade ao acompanhamento aos bairros de Natal, o deputado Fernando Mineiro visitou, na manhã desta quinta-feira, 16, o Brasil Novo. No local, Mineiro se deparou com um alagamento causado por uma chuva curta, na Avenida Barragem Armando Ribeiro Gonçalves (veja foto).

Segundo o parlamentar o problema é causado por um erro técnico cometido durante as obras de drenagem na região e pela falta de manutenção, que gera entupimentos.

"Conversei com o secretário municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semopi), Sérgio Pinheiro, e ele prometeu tomar providências sobre a questão", informa Mineiro.

"Enquanto isso, Micarla está em Miami", completa o deputado.
Avenida Moema Tinôco
O principal corredor turístico que liga Natal a Genipabu, a Avenida Moema Tinôco, também sofreu com a rápida chuva em Natal nesta manhã. Veja a foto tirada por Mineiro:


 Fonte: Assessoria do Mandato
http://www.mineiropt.com.br/noticias/brasil-novo-sofre-com-alagamentos-mineiro-visita-o-bairro/

A Bem-Amada: Natal teve seu dia de Sucupira

FD/reprodução

Povo de Sucupira! Povo de Natal!

É com a alma lavada e enxaguada que lhes falo em favorecimento de minha colega prefeita de Natal, menina Micarla, filha de um saudoso senador e prima distante do seu Dirceu Borboleta.

Vivemos numa Democratura! E protesto tem limite!

Emboramente a colega Micarla enfrente alguns probleminhas de desaprovação populista [mais de 90% do povo quer lhe ver pelas costas] é preciso dar-lhe apoio nesta reta final de mandato.

Essa coisa de buraco nas ruas, coleta de lixo precária, falta de merenda escolar, falta de ambulatório médico, contratos de alugueis suspeitos, copa do mundo sem obra de mobilidade urbana, fornecedor sem receber e tudo mais que descabela a prefeita-borboleta é tudo zoada da imprensa marronzista, calunista, esquezóide, petezóide e subservienta.

Como diria o rei dos persas, Dario Peito de Aço, pra cada problemática tem uma solucionática. Se ele não disse, perdeu a oportunidade de ser citado por mim.

A oposição, todas, é formada por cachacistas juramentados, muambistas, maconhistas, petistas, wilmistas, rosalbistas, rogeristas, carlistas badernentos que só querem sentar na cadeira do prefeito.

Já disse a Micarla para não dar ouvidos a maledicência dessa gente xexelenta. É preciso trabalhar até o último minuto de qualquer governo. Porque a merecedência será reconhecida por muitos, mesmo que estes muitos sejam apenas nossos familiares e puxa-sacos oficiais do município.

Vamos botar de lado os entretantos e partir para os finalmente.

Queridas donzelas praticantes, senhoras e senhores, vamos dar uma salva de palmas a esta figura trepidante, dinamitosa e borboletosa Micarla de Sousa, minha colega de infortúnios na chefia de um município como Natal talqualmente importante como Sucupira.

Seguindo um conselho que lhe dei, a colega Micarla aproveita as festas carnavalescas, momescas, mulherescas e de todas as frescas para fazer umas comprinhas em Miami, afinal este é um ano eleitoral e qualquer governante que se preze precisa repaginar sua imagem.

De sortes, desejo todo sucesso do mundo para minha colega prefeita-borboleta.

Pois a obra de qualquer prefeito ou prefeita acaba entrando para os anais e menstruais de Sucupira, de Natal e do país.

Muito obrigado, meu povo!

Viva Odorico Paraguaçu, o prefeito mais corrupto do Brasil!
Fonte: http://www.nominuto.com/blog/blog-do-diogenes/a-bem-amada-natal-teve-seu-dia-de-sucupira/29547/

O PT do RN e as candidaturas de Mineiro e Josivan

Contorcionismos verbais e argumentos cavilosos fazem parte da disputa política. São recursos tão comuns. E não dá para querer, como pregam os moralistas de plantão, que as regras da vida privada sejam as mesmas dessa conflituosa e excitante dimensão da vida social moderna. Há uma, como direi?, uma moralidade que é específica da disputa política. Maquiavel, para não citarmos Weber, foi o primeiro a apreender, com genialidade, essa lógica do campo.
Por que o intróito acima? Ora, porque, nestas plagas, gente muito sabida está a mobilizar argumentos cavilosos para dificultar as candidaturas próprias do PT, particularmente em Natal e Mossoró. Dizem-nos, os espertos, que é necessário manter “unida”, aqui, a “base aliada” que dá sustentação à Presidente Dilma. 
Trata-se de argumento sem sustentação política, além de um atentado à lógica mais elementar. A “base aliada” não é um “bloco”. Nem mesmo uma “aliança”. Trata-se de uma coalizão governamental. Construída, não sem fissuras, em torno de pontos mínimos consensuados a respeito da condução do país. Foi assim com FHC, com Lula e continuará a sê-lo com Dilma. São os limites do nosso hibridismo institucional, consubstanciado no que se convencionou denominar “presidencialismo de coalizão”. Sem isso, sem essa costura, sejamos honestos, não é possível governar o país. Por isso mesmo, é nada mais do que demonstração de responsabilidade política articular, costurar com paciência até, essa coalizão. Mas isso não significa que se deva encará-la como se fora um “bloco de poder”. Não é, nunca foi…
A “base aliada” é uma coalizão assentada em uma unidade política tensa e marcada por intensas disputas. Nada mais esperado, diga-se de passagem. Cada um dos atores detém o seu próprio projeto político (ou de poder, vá lá!). E buscam garantir, como podem, o alargamento dos seus “espaços”. Até aí, tudo normal. A não ser para as normalistas, se que estas ainda existem…
Pois bem, as eleições municipais não podem (e nem devem) traduzir a lógica da disputa federal. Em primeiro lugar, porque nelas não está em jogo a sustentação parlamentar da Presidente Dilma. Ou seja, o Governo Dilma não sairá mais ou menos fortalecido das eleições municipais de 2012. Os partidos que compõem a “base”, sim, mas aí é outra história. Em segundo lugar, as eleições municipais são espaços fundamentais para a disputa de projetos políticos em torno das gestões locais. Trata-se, portanto, de um momento privilegiado para a explicitação dos projetos específicos de cada ator político. Em terceiro lugar, dado que as pessoas, como não cansam de nos lembrar os cansativos seguidores do Conselheiro Acácio, “vivem localmente”, a disputa substancial destes tempos se dá aqui, no chão local. A conseqüência é que a afirmação de posturas diferenciadas nos espaços locais passa a cumprir um papel estratégico na construção sócio-política de qualquer projeto político que tenha pretensão de disputa mais geral (nacional).
O que eu estou afirmando é que, nas disputas gerais (governadores, deputados, senadores e presidente), os elementos locais dos projetos em disputa são continuamente mobilizados. Ora, ora, quem não lembra que o PSDB erige em vitrine sua gestão estadual paulista? E que as gestões municipais petistas são sempre colocadas como vidraças?
Não, não está em jogo a continuidade da base aliada nas próximas eleições municipais. Para o PT, a subordinação a esse argumento caviloso pode se constituir em um inestimável prejuízo político. Um prejuízo de longo prazo, claro! De imediato, quando o acesso a postos em máquinas locais é o que parece estar no centro da disputa, essa perda não aparece muito claramente. Mas, no médio e longo prazo, tratar-se-á de um grande desastre político.
Os companheiros petistas deveriam escolher alguns dos seus dirigentes para analisar as posturas da Social-democracia alemã e do trabalhismo inglês no que diz respeito às disputas dos postos locais e regionais. Nesse chão, ensinaram-nos os políticos europeus, é que se constrói as bases para as disputas nacionais.
No Rio Grande do Norte, após ter participado dos Governos Dilma e Carlos Eduardo (PSB e PDT), por que o PT não deve se aliar eleitoralmente, já no primeiro turno, a candidaturas do PDT e PSB? Ora, porque ao fazer isso se inviabiliza enquanto ator político cuja atuação é balizada por um conjunto de proposições substantivas sobre as questões que afetam concretamente a vida das pessoas (saúde, meio ambiente, transportes, assistência social, segurança pública, cultura, lazer, etc.). “Ah, mas iremos contribuir com os projetos de governo dos nossos aliados!”, já escuto a objeção vívida de alguns. Eis aí um prejuízo sem tamanho. Mais que isso: um haraquiri político! Já imaginou fortalecer com proposições substantivas que não as tem (por impossibilidade política, não técnica, diga-se de passagem). 
Ora, ora, quando falamos em projetos em disputa não estamos a discorrer sobre “soluções técnicas” para problemas locais. Uma máquina azeitada, com grana para comprar boas consultorias, terá material de sobra. Mas, creiam-me!, com essas “propostas de gaveta” não se faz disputa política, mas marketing eleitoral. Projeto articula proposição, prática e coerência. Ou seja, quem fala tem ter coerência com o que fez antes. 
O Professor Josivan tem cara de um projeto, no sentido largo do termo, para Mossoró. Foi um bom reitor e elevou a UFERSA ao lugar de destaque que a IES ocupa hoje Nordeste do Brasil. Torpedear (a partir de bases torpes e interesses menores) a sua candidatura é um desserviço ao PT. Do ponto de vista da disputa política é uma postura de abstenção. Sem rodeios, a candidatura de Josivan é uma das maiores oportunidades oferecidas pela história para a visibilidade de um projeto político petista não apenas em Mossoró, mas em todo o Oeste do Rio Grande do Norte.
Em Natal, a candidatura do Deputado Fernando Mineiro é mais importante ainda. Trata-se de reafirmar valores e posições que jamais serão abordados com o apoio e a participação em outros projetos políticos. Mineiro é cara do PT, para o bem e para o mal. Para o bem, porque é fundador da agremiação e a representou, com competência nos legislativos municipal e estadual. Ainda para o bem, porque é um ator que alia tino político com competência técnica. Não deixa de ser curioso que os ataques que vez ou outro são lançados por esse ou aquele setor da imprensa local e do próprio partido ao Deputado sejam alicerçados em sua personalidade, não na sua atuação política. “Mineiro é intransigente!”, dizem uns. Vejam só! Mas, Mineiro é um dos parlamentares que mais negocia projetos de interesse público, não é?. Senta com secretários, pessoal do judiciário e não poucos sindicalistas. E quando o faz não é para salamaleques, mas para articular resultados que se traduzam em avanços do espaço público. Esse tipo de prática, deixem-me ser professora, é boa política. Então, por aí, não dá para acertar alvo algum. E “pelo mal”? Ora, mesmo nesse item não deixa de ser algo virtuoso o déficit da candidatura Mineiro. Pois, Mineiro é engajado demais com o PT. Mas, por isso mesmo, pelo seu engajamento, é que ele pode potencializar positivamente as boas experiências de gestões municipais petistas do Brasil afora. 
As duas candidaturas (Mineiro e Josivan) alavancam politicamente o projeto político do PT no Rio Grande do Norte. Não sou expert em pesquisa eleitoral, não falarei das suas potencialidades nesse campo, mas não dá para subordinar sempre o político ao eleitoral. Até porque, no final, quem faz isso termina por sofrer acachapantes derrotas nos dois campos.
Edmilson Lopes Jr.
Publicado originalmente em http://blogdoedmilsonlopes.blogspot.com/ 

Fonte: http://natal.pt.org.br/

PT abre mão de candidatura para ficar na ‘Terra do Nunca’

segunda-feira - 13/02/2012 - 23:33h
Vá entender

PT abre mão de candidatura para ficar na ‘Terra do Nunca’


Vá entender o PT de Mossoró.
Depois de muita luta para ter candidato próprio à Prefeitura Municipal, em pleitos que começaram em 1982 (há 30 anos), hoje se engalfinha num patético encolhe-estica.
Seria apenas risível se não fosse, também, ridículo.
Boa parte da opinião pública parece estarrecida com a cruzada que setores do partido encetam, para fazê-lo acessório em vez de protagonista.
Temos indícios de mais um caso típico de “Complexo de Vira-lata”. Ou “Síndrome de Peter Pan”. O PT recusa-se a crescer. Tem medo de ficar adulto, ou sob a ótica de uma ‘aliança tática’, acredita que possa chegar ao poder poder por osmose.
Vá entender o PT de Mossoró.
Pelo visto, quer mesmo continuar em Neverland, a “Terra do Nunca”.
Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política

Comentários

  1. FERNANDO fF diz:
    Esse PT do qual você se refere tá sendo chamado de PT do DEM. Tem como chefes no RN os aliados da Deputa Fatima Bezerra e atuam dentro dos crredores das universidades, principalmente na UERN e UFRN.
  2. Carlos Andre diz:
    Bom dia Carlos Santos.
    Com certeza eles querem ficar no limbo, pois é o único lugar seguro onde eles podem exercer através da boca mole a utopia que os mesmos se negam a renegar, aquela mesma utopia que há muito tempo atrás pautava os delírios políticos petistas e que a grande maioria já o abandonou.
    A “ameaça’ de conseguirem chegar ao poder municipal a eles causa calafrios ideológicos, pois sabem que igualmente ao grão-mestre LULA terão que renegá-lo a titulo de governabilidade e também por imposição de um choque de realidade.
    Este PT de Mossoró vive a delirar nas historinhas e cordéis onde o exercício de suas idéias, mesmo que num campo abstrato, se torna realidade, realmente é mais cômodo viver num faz de conta, como em um never land, do que na cruel e real luta político-administrativa que é a gestão no poder.
  3. Antonio Pedro da Costa diz:
    Caro Jornalista,
    Carlos Santos,
    Realmente entendo que os setores do PT que hoje defendem outra alternativa, que não a candidatura de Josivan estão no mínimo equivocados.
    Em primeiro lugar, não se apresenta fora a candidatura de Josivan pelo PT, qualquer novidade para as eleições municipais em Mossoró. É a repetição da mesma novela reprisada durante décadas, da falsa briga dos Rosados para que a família permaneça com o controle absoluto do poder local. Como já foi tanto repetido é a farsa da oposição e da situação se encontrarem no mesmo âmbito familiar em detrimento dos interesses maiores da população.
    Em segundo lugar, não se pode falar de composição estratégica em nome da derrota do DEM, pois na eleição passada o candidato do PT ao Senado, Hugo Manso foi diversas vezes preterido até de subir no palanque onde se encontravam Sandra e Larissa, pois estas optaram em apoiar outros candidatos que fortaleceriam o DEM no estado, como de fato ocoreu. O próprio Laíre declarou voto em José Agripino.
    O PT vai jogar fora uma grande oportunidade de levar às ruas uma candidatura que tem história de luta, de superação e de experiência administrativa.
    A pergunta hoje que se faz é: o PT quer fazer diferente, crescer, ou quer continuar do mesmo tamanho quando da sua fundação, em Mossoró, no início dos anos 80, quando dizíamos que o partido todo era conduzido num fusca? Vá entender.
  4. William Pereira diz:
    E o vento levou… E Sandra levou… O PT. Já tem o PTR? SE não tiver teremos agora em Mossoró PARTIDOS DOS TRABALHADORES ROSADOS. Tá tudo dominado… “Sempre a multidão será sacrificada ao pequeno número e o interesse público ao interesse particular; sempre estas palavras especiosas de justiça e de disciplina servirão de instrumentos para a violência e de armas para a iniquidade”. ROSSEAU
    Era satisfatório que O PT que agora é PTR explicasse a população qual o motivo deste acordo. O que realmente querem essas pessoas aliadas aos Rosados? O que esta por trás disso, quais os objetivos reais…
    Maquiavel afirmou: Política é a arte de saber escolher o “mal menor”. o PT vai por outro caminho ” Escolheu o mal maior”… Será que os meios justificarão o fim… Ou estarão usando da artimanha de ” Quando não puder vencer o inimigo se alie a ele”
    • CALIBRE 50 diz:
      Já era pequeno agora virou microscópico! Sandra Rosado vai levar o PT a um buraco negro,os amadores do partido Mossoró(lógico que não são todos) deveriam se filiar ao PSB já que gostam tanto de Larissinha e Sandra Rosado,ora vejam por conta de ciumeira medíocre venderem a dignidade e a vergonha na cara dessa forma,repito o Grupo da Deputada Sandra Rosado já perdeu 05(cinco) Vezes e vai perder de novo por que nada representa de novo para a população mossoroense!é só!
  5. Ricarte Balbino diz:
    Amigo vendo toda isso, penso que essa cidade deveria se chamar o país do FAZ DE CONTA.
    Faz de conta que eu te apoio, faz de conta que estou brigado com você, faz de conta que temos saúde, faz de conta que temos segurança, faz de conta que a copa será ótima para Mossoró, faz de conta que Alcaçuz é de segurança máxima, faz de conta que está tudo lindo e maravilhoso, basta ir ao canteiro de obras da Arena das Dunas e tirar uma foto, tá tudo lindo e beirando a perfeição divina.
  6. CALIBRE 50 diz:
    O PT de Mossoró como previu o jurista Paulo Linhares vai virar PÓ,na companhia da Deputada Sandra que finge diante da sociedade Mossoroense que é adversária de Rosalba e Carlos Augusto,hoje em um periódico da cidade o presidente Valdomiro Morais é desmascarado diante da Opinião pública,se quer tem a coragem de explicar como podem negociar a legenda que abriga Lula e a Presidente Dilma Roussef! Como podem depois de tanto tempo no ostracismo renegar a candidatura de Josivan? é só!
  7. cinthia souza diz:
    Carlos Santos coloque o adesivo É POSSIVEL.

    Fonte: http://blogcarlossantos.com.br/pt-abre-mao-de-candidatura-para-estar-na-terra-do-nunca/

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Carta do meu presidente!!!!!!!!!

Para: Diretórios e Comissões Provisórias Municipais.

 Da: Comissão Eleitoral Estadual.

 Companheiros/as,

             O ano de 2012 vai ser de muitos desafios e tarefas na construção das nossas vitórias. O tempo vai passar rápido e é preciso estar atento e forte, como diz o poeta. Algumas iniciativas são urgentes e é sobre isso que queremos fazer algumas recomendações:

 1º - A Executiva Municipal deve se reunir para organizar as ações do período de pré-campanha, que vai até as convenções.

2º - A primeira data a ser observada é aquela que estabelece o limite para apresentação de propostas de apoio do PT a candidaturas fora do nosso partido. Essa proposta tem que ser apresentada por 1/3 dos membros da Executiva ou Diretório Municipal ou ainda 20% dos filiados.

3º - Lembramos que a data-limite para isso é 30 de março do ano corrente, conforme regulamento aprovado pelo Diretório Nacional. Importante destacar que, para aprovarmos qualquer candidatura, mesmo onde existe consenso, é imprescindível a apresentação da proposta.

4º - Até o limite de 30 de março a Executiva Municipal pode definir qualquer data. Para evitar desencontro é bom que essa data seja um dia útil. Qualquer membro da Executiva Municipal pode receber o documento e este deve dar conhecimento imediato aos outros membros da direção.

5º - Se for apresentada proposta de apoio do PT a candidaturas de outros partidos, a Executiva deve se reunir e convocar o encontro municipal no prazo mínimo de 28 dias para definir essa questão e outras da tática eleitoral. Se esse encontro deliberar por candidatura própria do PT, a Executiva deve definir prazo para apresentação de pré-candidaturas. Se forem escritos dois ou mais nomes, será feita uma prévia para escolher o nosso (a) candidato (a).

6º - Se não for apresentada proposta de apoio a candidaturas de outros partidos, significa que o PT vai com candidatura própria. A Executiva coordenará a escolha do nome. Para isso vai definir prazo para inscrição de pré-candidaturas e fazer prévia, se for o caso.
 
7º - Nos municípios onde estão ocorrendo articulações com outros partidos, é recomendável que as negociações sejam feitas por uma comissão politica de pelo menos três dirigentes, que devem atuar de forma articulada, com o máximo de socialização das informações e em dialogo com a Direção Estadual e os coordenadores dos pólos. Para que possamos ajudar no que for necessário.

 Saudações PeTistas,

COMISSÃO ELEITORAL ESTADUAL

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

14 de abril, Encontro Estadual Setorial Combate Racismo e Igualdade Racial PT/RN





Natal/RN, 10 de fevereiro de 2012.

CARTA CONVITE


Companheiras/os,

Como já é de conhecimento de todas/os, a SORG consultou o Presidente e Membros da CEN e constatou que diversos pontos da reforma estatutária, aprovada no 4º Congresso Nacional, alteram as regras para a eleição das novas Secretarias e Coordenações Setorias. Então,  foram regulamentados pelo Diretório Nacional que aprovou o Calendário para os Encontros Setoriais 2012. Deste modo, a previsão para a realização dos Encontros Estaduais e Nacional é para o primeiro semestre de 2012, bem como apresentamos o calendário Nacional em anexo.
Portanto, no Rio Grande do Norte, estamos vivenciando um processo de organização do Setorial Estadual de Combate ao Racismo, o qual, tem como objetivo organizar a militância petista, contribuindo na formação dos militantes que atuam no combate à discriminação e na visibilidade das lutas de raça, gênero e classe. Entre outras atividades, o referido setorial deve garantir a formação, capacitação e articulação dos movimentos que se inserem na temática específica do setorial, além disso, tem como finalidade elaborar e formular propostas que se configurem em políticas de combate ao racismo.
Em virtude disso e de acordo com o Calendário Nacional aprovado pelo CEN em 06/10/2001, realizaremos o Encontro Estadual do Setorial de Combate ao Racismo e Igualdade Racial PT/RN,  no dia 14 de Abril do corrente, das 09:00 às 17:00 hs, em Natal/RN.
Sugerimos aos Diretórios Municipais que articulem as/os nossas/os filiadas/os que optaram por este setorial, de modo que seja possível viabilizar a participação ampla da nossa militância.  
Certos de contarmos com apoio de todas/os, desde já, agradecemos.
Atenciosamente,

Comissão de Organização do Encontro Estadual

Dúvidas/sugestões: Ludjanio 8703 4443 ludjanio@gmail.com
Marquinhos/PT/RN 3201 1304 pt13.rn@gmail.com
FAÇA a sua OPÇÃO pelos Setoriais do PT: http://www.pt.org.br Ícone: Comunidade PT http://sisfil.pt.org.br:8080/comunidade/  

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Viva o povo brasileiro em toda sua diversidade étnica e cultural!

Por Margareth Menezes 
12
Neste momento, em que agradecemos a chegada de 2012 (e aproveito para desejar saúde paz a todos os meus leitores), podemos também fazer uma reflexão sobre um importante marco do ano que passou. Em 2011, comemoramos o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes. Esta homenagem anual foi instituída graças à luta de pessoas que tiveram a coragem de se mostrar e se sacrificar em beneficio de uma sociedade mais justa para os afro-brasileiros, o Movimento Negro Unificado (MNU). Passados alguns anos, já podemos ver o resultado dessa atitude em algumas conquistas. Para mim, no entanto, a grande vitória do MNU foi chamar atenção da sociedade para injustiças e, principalmente, ressuscitar no povo afrodescendente um aumento da sua autoestima.
A história da humanidade vem sendo contada sempre pela ótica dos que estão no poder. Muito é ocultado sobre as conquistas do povo afrodescendente, sobre as qualidades e as contribuições dele no desenvolvimento da sociedade. Para a gent e compreender melhor, é preciso mergulhar um pouco nos acontecimentos e estudar mais profundamente a história da África. Não é uma coisa fácil, devido à quantidade de países que formam o imenso continente: 54 nações, várias regiões e um aglomerado de culturas diferentes.
Temos muita coisa para descobrir. Primeiro, sobre a África. Depois, sobre a relação da África com o Brasil, sobre a formação do povo brasileiro com a contribuição dos africanos. A África é a terra matriz da humanidade. Ela, junto com o Oriente, são as bases do desenvolvimento humano milenar. Em todas as fases da humanidade, os povos africanos estão presentes. As descobertas arqueológicas sobre o desenvolvimento de antigas civilizações, a engenhosidade das ferramentas de trabalho, a tecnologia da irrigação, o trabalho e a extração de minerais, o trato com a natureza e o conhecimento do campo espiritual são apenas algumas provas do quão desenvolvidos são estes povo s.
Na época da escravidão, os reinados africanos tinham seus combates, suas lutas pelo poder, seus vilões e heróis, como qualquer outro povo da terra. A África tinha dinastias familiares, súditos e serviçais, e também tinham prisioneiros de guerras transformados em escravos. O reinado perdedor se tornava devedor do outro, uma prática comum entre povos que guerreavam naqueles tempos. Quando a África foi invadida pelos povos europeus, os invasores não respeitaram as fronteiras dos povos africanos. Eles fizeram uma divisão desrespeitosa e se aproveitaram dos conflitos internos para enfraquecer qualquer resistência e fomentar ainda mais a desunião, o que facilitaria a colonização.
As riquezas e o conhecimento dos povos africanos foi o que despertou a cobiça dos algozes europeus. Mas, como eu disse, a história é muito longa e complexa. Da escravização para a discriminação foi uma questão de ideia. A diferença na cor da pele e nas c ulturas forneceram para os algozes colonizadores as armas que eles precisavam para propagar a discriminação. A discriminação racial foi incentivada e disseminada para justificar o maltrato a que eram submetidos os negros e como justificativa para os europeus realizarem perversidades e não dividirem o poder com os africanos.
Criaram sobre o povo negro as mais esdrúxulas teses, desde a falta de inteligência até doenças contagiosas e heresias. Forjaram um estigma de inferioridade para justificar a escravização que recebeu apoio até mesmo da Igreja. Essa prática doentia se alastrou pelo mundo inteiro, criando sobre o povo afrodescendente milhares de injúrias. Em um determinado momento, a escravatura começou a ser contestada. As razões disso foram as dificuldades que começaram a aparecer para administrar e manter financeiramente os escravos, mas também pelo apelo de alguns grupos da sociedade que não aceitavam mais aquelas praticas bárbaras.
Os anos de escravidão, no entanto, deixaram cicatrizes. No Brasil, durante muito tempo, a imagem de um afro-brasileiro não era benvinda nos programas de televisão. Vivemos momentos em que até o próprio negro se desconhecia e não valorizava seus iguais. Atualmente, ainda sofremos com a descriminação, mas temos mais liberdade e pessoas atuando na defesa dos direitos do povo afro-brasileiro.
Na Bahia, o trabalho mais marcante ainda é feito pelos blocos afro de Salvador que, com toda dificuldade, falta de apoio e patrocínio, prestam um grande serviço à população e à sociedade como todo, assim também com os terreiros do povo de santo, locais onde toda essa luta começou.
No último censo, houve um aumento em 40% da população brasileira que se declara negra ou afrodescendente. A miscigenação é uma realidade no nosso país. Penso que nesses novos tempos em que a comunicação se faz mais direta através das redes sociais e das nov as mídias, é preciso renovar nossa luta e ampliar nossa bandeira na busca de uma sociedade mais justa na igualdade de direitos e deveres para todos os cidadãos brasileiros.
Não é simples conhecer nossa historia, não é fácil encarar e entender quantas mentiras foram forjadas para deixar a história da humanidade mais branda para os que sempre estiveram no poder. Propagar nossos acertos e as nossas belezas é muito fácil. Difícil mesmo é a gente falar dos nossos erros e reconhecer o quanto o egoísmo e a falta de humanidade impera na história do mundo contemporâneo.
Viver é uma questão de aprender. Viver é ter a coragem de levantar a cabeça e construir uma nova vida, uma nova concepção de sociedade. Existem sociedades modernas, como as do Canadá e da Noruega, formadas por povos de várias culturas e etnias que convivem com respeito, de forma justa e igualitária. Um país como o Brasil, que tem pela frente uma perspectiva de cresciment o, deve beneficiar o povo afro-brasileiro enquanto cidadãos merecedores do direito de participar e usufruir desse grande progresso que nos espera.
Viva o povo brasileiro em toda sua diversidade étnica e cultural!
Viva o afro-brasileiro! Viva Zumbi!
Margareth Menezes, artista e cidadã.

11 de Fevereiro 14h - Marcha Contra o RACISMO, a Higienização Sócio Racial e a Criminalização da Pobreza

Marcha Contra Racismo 2012Marcha Contra o RACISMO, a Higienização Sócio Racial e a Criminalização da Pobreza
DIA 11 DE FEVEREIRO
SÁBADO
Concentração às 14h
Praça do Metro Santa Cecília - SP
O Estado, racista, oprime a todos nós!
"Quantas guerras vou ter que vencer por um pouco de paz?"
Basta de racismo, "higienização" sócio-racial e criminalização da pobreza
Fonte:  http://www.geledes.org.br/racismo-preconceito/racismo-no-brasil/12989-11-de-fevereiro-14h-marcha-contra-o-racismo-a-higienizacao-socio-racial-e-a-criminalizacao-da-pobreza 

Andamento das Obras de Mobilidade Urbana preocupa Mineiro

Não é de agora que o deputado Fernando Mineiro vem cobrando e lembrando da importância de se aproveitar a chance de se realizar as obras de Mobilidade Urbana com os recursos da Copa em Natal. Cobranças em sessões plenárias e em redes sociais, artigos, denúncias, divulgação de estudos e matérias em seu site foram algumas das formas que o parlamentar usou para contribuir com a questão.
Desde o início, Mineiro vem lembrando que o legado que efetivamente será deixado para os natalenses são as obras estruturantes que resolveriam, em parte, o caos que já se instaura no trânsito da cidade, tornando a mobilidade uma questão cada vez mais complicada na capital. No Twitter, o deputado lançou a campanha #Obrasdemobilidadeja, estimulando a sociedade a cobrar a realização das obras. Veja parte do material publicado no portal do deputado:
Com a visita do ministro Aldo Rebelo a Natal e a declaração de que é possível realizar a Copa sem as obras, nova preocupação se forma. "Ou a sociedade se mobiliza ou as obras não sairão. Como já disse aqui várias vezes, os jogos independem das obras. A Copa 2014 sem as obras de mobilidade não interessa à sociedade. Não podemos ficar apenas vendo a bolar rolar", declara Mineiro.
Fonte: Assessoria do Mandato